A origem da Flor de Lapela ou Boutonnière

Flor de Lapela
A Lapela, sinal de romantismo e elegância, surgiu durante o noivado do príncipe Albert com a Rainha Vitória no século XIX. Tendo um dia ele recebido de sua noiva um pequeno ramalhete de suas flores preferidas e não sabendo onde colocá-lo, tomou um canivete e abriu um pequeno corte na lapela de seu paletó, neste corte, ele introduziu o delicado ramalhete para lembrar de sua amada cada vez que sentisse o aroma das flores. Desta forma, surgiu a casa na lapela do paletó que passou a ser indicada pelos alfaiates da época.
Desde então, tornou-se uma refinada tradição os noivos no dia do casamento usar uma flor na lapela por ser elegante e por simbolizar todo o romantismo do momento e é a noiva quem escolhe a flor ao seu gosto para que o seu amado lembre-se sempre dela.
 Com a evolução da moda, a flor passou a ser utilizada na lapela de forma diferente, podendo tanto estar devidamente colocada na pequena casa, ou ser fixada com um alfinete mantendo o talo exposto.  Esses ramos são muitas vezes finamente decorados dando um charme todo especial ao conjunto. A lapela passou a ser uma forma também de diferenciar o noivo, pais e padrinhos do restante dos convidados.  Mas é bom não deixar que a tradição da Lapela vire apenas uma opção decorativa e refinada, mas sim, que se mantenha a sua origem que está baseada no amor e no romantismo.
Vale lembrar que bolso não é lapela.  No bolso, o ideal são os clássicos e elegantes lenços que, com dobraduras cada vez mais criativas, dão um toque todo especial ao conjunto masculino. A flor é colocada no bolso quando: é opção assumida e respeitada dos noivos, quando não há alfinetes disponíveis para fixar por fora da lapela, ou quando algum dos ternos não possui a casinha para introduzi-lo.
Fonte: http://cerimonialistamalisekroth.blogspot.com.br/2012/05/flor-na-lapela-origem-e-uso-da-flor.html, com adaptações.